Baby Look - Revolucionárias

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Então bora saber um pouco mais sobre elas:

GLORIA STEINEM - é escritora, ativista política e organizadora feminista. Ela foi um dos fundadores da Nova Iorque e Ms. revistas, e é o autor de My Life on the Road, Moving Beyond Words, Revolução de dentro, e Outrageous Atos e todos os dias Rebeliões, todos publicados nos Estados Unidos e na Índia, como se as mulheres importam. Ela foi co-fundadora do Caucus Político Nacional das Mulheres, da Fundação de Mulheres, da Fundação Free to Be e do Centro de Mídia das Mulheres nos Estados Unidos. Como links para outros países, ela ajudou a fundar a Equality Now, a Ação Direta dos Doadores e a Direct Impact Africa. Por sua escrita, Steinem recebeu o Penney-Missouri Journalism Award, os prêmios Front Page e Clarion, o National Magazine Award, o Lifetime Achievement in Journalism Award da Society of Professional Journalists, o Society of Writers Award das Nações Unidas, e Prêmio da Escola de Jornalismo da Universidade de Missouri pelo Distinguished Service in Journalism. Em 1993, sua preocupação com o abuso infantil levou-a a co-produzir um documentário de TV premiado com o Emmy para a HBO, Multiple Personalities: The Search for Deadly Memories. Em 2013, ela foi premiada com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo Presidente Barack Obama. Em 2016, ela e Amy Richards co-produziram uma série de oito documentários sobre violência contra mulheres em todo o mundo para a VICELAND.

MAYA ANGELOU - Annie Henderson, na maior parte de sua infância. Quando tinha 8 anos, ela foi estuprada pelo namorado da mãe em St. Louis, e isto levou a anos de mudez para Maya, que finalmente superou com a ajuda de uma vizinha atenciosa e um grande amor pela literatura. Aos 15, Maya tornou-se a primeira motorista negra de ônibus em São Francisco e tornou-se mãe solteira ao dar à luz seu primeiro filho, em uma época em que isso não era comum; em anos posteriores, ela se tornou a primeira mulher negra a ser roteirista e diretora em Hollywood. Na década de 1950 - quando surgiu com o pseudônimo "Maya Angelou" - ela se afirmou como atriz, cantora e dançarina em várias montagens teatrais que percorreram o país, tais como: Porgy and Bess, Calypso Heatwave, The Blacks e Cabaret for Freedom; Nos anos 60 ela era amiga de Martin Luther King Jr. e Malcolm X; ela serviu no SCLC com Dr. King, e trabalhou durante anos para o movimento de direitos civis. Também nos anos 60, trabalhou e viajou pela África, como jornalista e professora, ajudando vários movimentos de independência africanos. Em 1970, publicou o primeiro livro, I Know Why the Caged Bird Sings, para grande aclamação, e foi nomeada para o Pulitzer Prize em poesia no ano seguinte. Há no Netflix um documentário especial sobre a autora: Maya Angelou – e ainda resisto (2016), de Bob Hercules e Rita Coburn Whack.

SIMONE DE BEAUVOIR - foi uma escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa. Embora não se considerasse uma filósofa, De Beauvoir teve uma influência significativa tanto no existencialismo feminista quanto na teoria feminista. Ela é conhecida por seu tratado O Segundo Sexo, de 1949, uma análise detalhada da opressão das mulheres e um tratado fundamental do feminismo contemporâneo, além de seus romances A Convidada e Os Mandarins. Ela lecionou em várias instituições escolares no período entre 1931 a 1943. Nos anos 1940 ela integrava um círculo de filósofos literatos que conferiam ao existencialismo um aspecto literário, sendo que seus livros enfocavam os elementos mais importantes da filosofia existencialista. Além disso, a autora esteve envolvida, juntamente com Sartre e Foucault, no polêmico manifesto "A Idade da Razão" que tinha por objetivo retirar a idade mínima para consentimento em relações sexuais.

ANDRE LORDE - Foi uma escritora caribenha- americana, feminista, mulherista, lésbica e ativista dos direitos civis. Um dos seus esforços mais notáveis foi o seu trabalho militante com as mulheres afro-alemãs na década de 1980. Ela abordou questões relacionadas com direitos civis, racismo, feminismo, mulherismo e opressão. Seu trabalho se enquadra no liberalismo social, abordando a sexualidade numa perspectiva revolucionária. Em resposta às críticas do conservador Jesse Helms sobre seu trabalho, assim se expressou:"Minha sexualidade é parte integrante do que eu sou, e minha poesia é produto da interseção entre eu e meus mundos [...] A objeção de Jesse Helms ao meu trabalho não tem a ver com obscenidade [...] ou mesmo com sexo. Tem a ver com revolução e mudança. [...] Helms sabe que meus escritos estão voltados para a destruição dele e de tudo o que ele defende". Lorde morreu de câncer de mama em 1992. Atualmente, sua obra serve como inspiração e referência para pesquisas sobre o feminismo.

FRIDA KAHLO - Foi uma pintora mexicana que criou muitos retratos, auto-retratos e obras inspiradas na natureza e nos artefatos do México. Inspirada na cultura popular do país, ela empregou um estilo de arte popular ingênua para explorar questões de identidade, pós-colonialismo, gênero, classe e raça na sociedade mexicana. O trabalho de Kahlo como artista permaneceu relativamente desconhecido até o final dos anos 1970, quando seu trabalho foi redescoberto por historiadores de arte e ativistas políticos. No início dos anos 1990, ela se tornou não apenas uma figura reconhecida na história da arte, mas também considerada um ícone para Chicanos, o movimento feminista e o movimento LGBTQ. O trabalho de Kahlo tem sido celebrado internacionalmente como emblemático das tradições nacionais e indígenas mexicanas e pelas feministas, pelo que é visto como uma descrição intransigente da experiência e forma feminina.

MALALA - Foi a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel. É conhecida principalmente pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional. A família de Malala gere uma cadeia de escolas na região. No início de 2009, quando tinha 11-12 anos de idade, Malala escreveu para a BBC um blog sob pseudónimo, no qual detalhava o seu cotidiano durante a ocupação talibã, as tentativas destes em controlar o vale e os seus pontos de vista sobre a promoção da educação para as jovens no vale do Swat. No verão seguinte, o New York Times publicou um documentário sobre o cotidiano de Malala à medida que o exército paquistanês intervinha na região. A popularidade de Malala aumentou consideravelmente, dando entrevistas na imprensa e na televisão e sendo nomeada para o prémio internacional da Criança pelo ativista sul-africano Desmond Tutu.Na tarde de 9 de outubro de 2012, Malala entrou numa van escolar na província de Khyber Pakhtunkhwa. Um homem armado chamou-a pelo nome, apontou-lhe uma pistola e disparou três tiros. Uma das balas atingiu o lado esquerdo da testa e percorreu o interior da pele, ao longo da face e até ao ombro. Nos dias que se seguiram ao ataque, Malala manteve-se inconsciente e em estado grave. Quando a sua condição clínica melhorou foi transferida para um hospital em Birmingham na Inglaterra. Em 12 de outubro, um grupo de 50 clérigos islâmicos paquistaneses emitiu uma fátua contra os homens que a tentaram matar, mas os talibãs reiteraram a sua intenção de matar Malala . A tentativa de assassinato desencadeou um movimento de apoio nacional e internacional.

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